terça-feira, 18 de outubro de 2011

Teatro - Mitologia Grega.

Trabalhando o projeto de 2011 - Homem, Sal da Terra - os alunos do 7º ano, após pesquisa sobre os deuses gregos e montagem de histórias em quadrinhos, em aulas de Língua Portuguesa e História criaram a peça "Os deuses gregos salvando o Planeta Terra".
Dia 14 de outubro, os alunos encenaram a peça, tendo como público os pais. Parabéns aos alunos do 7º ano.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Redação do Aluno: Bruno - 4º ano.

Depoimentos sobre a prática do Bullying.

O BULLYING



Por que as pessoas praticam bullying? Só para dizerem que são mais fortes que as outras? O que será que elas ganham com isso? Como prevenir?



Eu vou dar a minha opinião sobre este ato.





  • Acho que o bullying deve parar, porque magoa muito as pessoas. Esses seres que o praticam não gostariam nadinha se fosse com eles. Bullying: uma palavra tão feia, mas tão usada no dia-a-dia.


  • O tal fato de falarem que são mais fortes do que as outras não significa nada, pois acho que isso é só serve para impressionar alguém e para humilhar a vida dessa pessoa, já que não aceita ela ou ele como amigo ou colega de classe.




  • As pessoas que praticam o bullying não ganham nada fazendo isso e como eu disse no caso dois, este ato só serve para humilhar as pessoas, sejam elas magras, altas, gordas, baixas, negras, deficientes físicos e mentais, etc. Às vezes, ao praticarem o bullying, as pessoas magoam outras e estas acabam não querendo voltar mais a escola e isso eu vou explicar melhor no último caso.




  • Como foi dito no caso três, esses seres não ganham nada fazendo isso e sim só prejudicam a vida dos que sofrem, fazendo muitos não quererem ir mais para a escola. Estes praticantes fazem com que a pessoa não fale nada a ninguém porque senão irá sofrer ainda mais. Então não falam nada a ninguém porque se sentem muito ameaçadas. Às vezes, chegam em casa chorando e a mãe pergunta se aconteceu alguma coisa e eles falam que não. Então, a mãe vai analisando até que um dia descobre que o filho está sofrendo bullying e toma uma decisão e vai falar com a diretora do colégio. Aí a diretora fala com o aluno e fala para parar porque vai ficar de olho nele. Então este aluno vai melhorando, até que para de praticar bullying.




  • Dicas para o prevenir: Falar com a sua mãe ou com a diretora porque elas vão dar um jeito, etc.




Essa é a minha opinião sobre o bullying.



Gabriel Chezorim – 7º ano



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O Bullying.



O bullying não é uma coisa boa e também não é legal, porque as pessoas fazem com as outras o que não gostariam que fizessem com elas. Quando acontece bullying com uma pessoa, deixa ela muito pra baixo, às vezes pode deixá-la com um trauma ou algo parecido.



A pessoa que realiza o bullying com a outra, acha que ela que é a esperta ou a melhor que a outra é a pior ou a burra, mas a verdade, é o contrário.



Essa coisa ruim que parece uma praga, que é o bullying, não merece servir de exemplo e também não deve ser repetido.



Brian - 7º ano



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Bullying nas escolas.



Eu acho que bullying é uma coisa muito errada, pois pode levar ao suicídio e distúrbios mentais. O bullying deve ser extinto e sua prática deve ser parada logo no início, pois levará a grandes consequências no futuro. O ambiente propício para sua prática é na escola, onde deve ser contido por funcionários, diretores e professores.



Os pais devem orientar seus filhos a não cometerem bullying com seus colegas, porque um dia pode ser o filho que estará no lugar da vítima e também sofrerá.



O bullying é uma forma de preconceito contra negros, gordos, magros e brancos.



Bullying é uma coisa séria que precisa ser combatida e exterminada. Quantas crianças ainda temos que perder, para que se toquem que o bullying não é uma coisa para se orgulhar de fazer? Quando teremos o fim dele?



Ainda tenho esperança que o bullying vai acabar!



João Vitor – 7º ano



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O Bullying



Eu acho o bullying uma coisa horrível, quem faz isso é doente.



As pessoas de hoje acham que aqueles que são espertos, tiram notas boas e altas devem ser maltratados (batem, xingam e até dão apelidos que não gostam, falando sobre sua deficiência ou de alguma cicatriz).



Elas acham que fazendo isso, podem ser mais engraçados e populares, mas isso pode afetar as pessoas que sofrem o bullying.





Lucca Santos – 7º ano





Redações sobre Bullying.



O 7º ano, nesse 3º bimestre, trabalhou o tema Bullying através de produção de texto, pesquisa e debate deliberativo.
De acordo com a introdução de um caso verídico de Bullying em uma escola pública do Recife, os alunos tiveram que desenvolver a história e dar um final para ela.
Segue a proposta de redação.

Gabriel Chezorim - 17/08/11
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O Bullying com Luís.

Um dia, Luís estava se preparando para se mudar de sua cidade natal para Recife, pois seus pais estavam a procura de trabalho.

Ao chegarem a Recife, a família de Luís arrumou um lugar para morar e também conseguiu um emprego.

Passaram uns dias e seus pais foram matriculá-lo em um colégio. O colégio era grande, limpo e tinha um ensino bom e seus pais conseguiram a vaga para ele.

Todo dia Luís ia arrumadinho para o colégio, com um lanche, enquanto os outros meninos não recebiam o mesmo cuidado de suas famílias, então começaram a sentir inveja dele.

A partir disso, Luís começou a sofrer constantes ataques de bullying. Levava pesadas, chutes, socos e até lhe roubavam o lanche, e os ataques não acabam por aí, ele também era atacado verbalmente: o chamavam de anão de jardim etc.

Seus pais não sabiam o que estava acontecendo, pois Luís não falava sobre nada, tinha medo.

Um dia, quando ele estava saindo do colégio, foi surpreendido por um grupo de meninos “valentões” que queriam espancá-lo e já não tendo mais forças para aguentar aquilo, saiu correndo e ainda foi perseguido por uns dois quarteirões, mas depois os meninos desistiram.

Passaram se uns dias e ele não apareceu. Todos já estavam muito preocupados. Seus pais colocaram milhares de anúncios em redes sociais, nas ruas etc.

Em uma avenida muito estranha, Luís andava sem um destino certo, até que encontrou uma casa velha, suja e que já não recebia cuidados há muito tempo.

Ao entrar na casa, ele se deparou com uma velhinha e ficou assustado ao pensar que uma velhinha, que já nem andava mais e que precisava de cuidados, vivia em um lugar como aquele e ainda sozinha.

Ele começou a conversar com ela, até que ficou amigo dela. Cuidou dela e comprou seus remédios (com o dinheiro que tinha em sua mochila), que haviam acabado.

Nessa casa da velhinha, tinha uma TV que quase já não funcionava mais e só funcionavam três canais, como Luís estava um pouco entediado, ligou a TV.

Ao ligá-la, ele viu que seus pais, estavam em uma emissora de TV desesperados pelo seu sumiço. Então percebeu que mesmo estando com medo de voltar, não podia deixá-los sofrendo com a aflição de seu sumiço, mas também não podia deixar aquela velhinha ali.

E viu que atrás da geladeira tinha um telefone desligado. Pegou-o e ligou para sua casa. Disse que estava bem e que iria voltar, porém que levaria consigo uma velhinha. Seus pais ficaram assustados com a ideia, contudo aceitaram, pois o mais importante era terem seu filho de volta.

Luís e a velhinha pagaram um ônibus para voltar a Recife. Quando eles chegaram, seus pais o esperavam. Ele contou tudo o que havia acontecido e seus pais resolveram trocá-lo de colégio e a velinha foi muito bem recebida na família.

Isabelle – 7º ano.




segunda-feira, 21 de março de 2011

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Produção de Texto.

Redações feitas pelos alunos do 4º e 5º anos. (10/02/2011)